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Processo eletroquímico que aumenta artificialmente a camada de óxido natural do alumínio, criando proteção contra corrosão, abrasão e UV. A peça é submersa em ácido sulfúrico com corrente elétrica aplicada, gerando uma camada controlada de óxido de alumínio integrada à estrutura.
Como funciona
- Perfil de alumínio mergulhado em banho com ácido sulfúrico
- Aplicação de corrente elétrica (cátodo na cuba, ânodo na peça)
- O oxigênio liberado pela eletrólise cria camada de óxido (Al₂O₃) de 5-25 micrômetros
- Selagem em água quente fecha os poros
O resultado é uma camada integrada ao alumínio — não pode descascar como pintura.
Anodização comum vs dura
Anodização comum: 5-10 micrômetros, padrão para perfis externos urbanos. Anodização dura: 25+ micrômetros, para ambientes industriais agressivos. Anodização naval: dupla selagem, para maresia.
Cores possíveis
Durante o processo é possível adicionar pigmentos, criando alumínio anodizado em prata (natural), preto fosco, bronze, dourado, grafite. As cores ficam dentro da camada — não desbotam com sol.
Termos relacionados
Perguntas frequentes
Anodização exige avaliação técnica?
Sim. Medidas, vão, vento, fixação, drenagem e exposição solar mudam a escolha correta.
Qual ponto mais evita retrabalho?
Conferir estrutura, inclinação, arremates e manutenção antes de escolher o material.
Como comparar alternativas?
Compare proteção, peso, calor, ruído, manutenção, vida útil e compatibilidade com o ambiente.
Mapa de estudo recomendado
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